A crise económica nem sempre tem apenas efeitos negativos na procura de novos directores. Ao contrário, a recessão económica provoca sem sombra de dúvida o investir em talento e o replanear aquilo que se tem feito até agora e questionar, em que se pode melhorar o futuro para continuar com o crescimento.
Na práctica, esta situação de incerteza provoca, entre outras coisas, que as empresas adoptem novas fórmulas de contratação e que flexibilizam o seu “mind set” ou seja enquadramento psicológico na hora de contratar directivos de outros sectores. Até ao momento, em Espanha, tinha-se caracterizado por ser um País rígido em dar oportunidades ao novo talento para mudar o sector, com esta nova situação, existem novas oportunidades para os directivos neste sentido.
Por um lado é evidente que existem mudanças substânciais e novos planeamentos no foro da organização que afectam a saída de novos directores e às vezes estes não estão de acordo. Por outro lado, produzem-se novas fichas que dinamizam os negócios e/ou serenam, assim como agilizam o desenvolvimento internacional de novos negócios.
Definitivamente, a crise mantêm-nos despertos e a muitos em tensão, facto que a longo prazo é positivo para continuarmos competitivos e criativos.
Belén Serra
Associate Principal
Bao & Partners / Signium International
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