Nos últimos dias, a Telefónica, a Vodafone, a Orange e a Ono constituíram a Associação de Telecomunicações, Redtel, que, segundo o seu presidente Miguel Ángel Canalejo, nasce com a intenção de colocar Espanha à frente da Sociedade da Informação.
Reflectindo sobre o tema, vem-me à mente um pensamento que me persegue há muito tempo: para além das associações, para que Espanha esteja realmente à frente da Sociedade da Informação, o profissional que dirige as empresas do sector das TICs, assim como as restantes empresas de outros mercados, deve ser um director não apenas com altas capacidades de gestão no sentido amplo da palavra, mas também com conhecimentos tecnológicos suficientes que ajudem a extender os benefícios derivados dessa tecnologia a todo o ramo empresarial e à economia espanhola, fazendo con que as suas empresas sejam mais competitivas, e, desse modo, conseguir que Espanha esteja realmente à frente da Sociedade da Informação.
O dirigente do século XXI, independentemente do sector a que pertença, deve saber adaptar-se às mudanças e ser suficientemente visionário para liderar a incorporação da tecnologia nas suas empresas. As empresas devem preocupar-se em encontrar directores com este perfil e em dar-lhes a formação necessária.
Maribel Ferrero
Managing Director
Bao & Partners
Signium International
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